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terça-feira, 11 de outubro de 2011

15 Anos Sem Renato Russo !

Começamos o dia hoje lembrando da morte daquele que para muitos, assim como para mim, não foi só um músico ou letrista, foi um poeta, e mesmo um profeta retratando uma realidade que por décadas se mantem atualizada, desde muito tempo atrás, até daqui muitos anos.
Compartilho aqui duas músicas que para mim traduzem o que significou Renato Russo e a Legião Urbana na minha vida, são músicas que me marcam até hoje, e começamos esse dia chuvoso de 11 de Outubro com "Metal Contra As Nuvens" e "Andre Doria".

METAL CONTRA AS NUVENS

Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.


Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.


Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.


Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.


Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá.


Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.


Quase acreditei, quase acreditei


E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.


Olha o sopro do dragão...


É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez, o que destrói


Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.


Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.


Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.


Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.


- Tudo passa, tudo passará...


E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.


E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos

ANDREA DORIA

Às vezes parecia
Que de tanto acreditar
Em tudo que achávamos
Tão certo...

Teríamos o mundo inteiro
E até um pouco mais
Faríamos floresta do deserto
E diamantes de pedaços
De vidro...

Mas percebo agora
Que o teu sorriso
Vem diferente
Quase parecendo te ferir...

Não queria te ver assim
Quero a tua força
Como era antes
O que tens é só teu
E de nada vale fugir
E não sentir mais nada...

Às vezes parecia
Que era só improvisar
E o mundo então seria
Um livro aberto...

Até chegar o dia
Em que tentamos ter demais
Vendendo fácil
O que não tinha preço...

Eu sei é tudo sem sentido
Quero ter alguém
Com quem conversar
Alguém que depois
Não use o que eu disse
Contra mim...

Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei...

Tenho o que ficou
E tenho sorte até demais
Como sei que tens também...

Não vou escrever sobre a vida dele, para isso aguardamos o lançamento do documentário "Somos Tão Jovens", que conta a história dessa grande compositor que retrata e mexe com os sentimentos de quem o ouve, por enquanto, fica a lembrança.
Nas palavras do mentor:

"É tão estranho, os bons morrem jovens, assim parece ser, quando me lembro de você, que acabou indo embora, cedo demais..."

Maknim
27

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

História da Animação ! Parte 2

Continuação da História da Animação ! Parte 1...

Em 1999, a Pixar resolveu continuar o que tinha começado para reconquistar o sucesso de seu primeiro longa de animação e lançou Toy Story 2 na tentativa de superar seu mais novo concorrente. Vida de Inseto foi bom, mas comparado à ampla divulgação que aconteceu com Formiguinhaz, os estúdios Pixar querem mostrar que foram os pioneiros e que merecem estar no topo.
PIXAR
1999
TOY STORY 2
Nesse ano sai a continuação de grande sucesso de John Lasseter: Toy Story 2, onde traz todos os personagens e mais alguns que se tornarão presenças marcantes ao longo da trama. Nessa sequencia, o Xerife Cowboy Wood (Tom Hanks) é raptado por Al (Wayne Knight), um dono de uma loja de brinquedos que é colecionador. Nisso, Buzz (Tim Allen) vai ao seu resgate, e durante toda a trama vão surgindo os novos personagens: A Cowgirl Jessie (Joan Cusack), o Mineiro (Kelsey Grammer), o leal cavalo Bala no Alvo e a boneca Barbie (Jodi Benson), isso na loja do Al, fora os brinquedos novos do Andy (John Morris), o pinguim Wheezy (Joe Ranft), a Sra. Cabeça de Batata (Estelle Harris), e logo no mesmo filme os três aliens que são adotados pelos Cabeças de Batata, e claro, o grande Imperador Zurg (Andrew Stanton - também roteirista do longa).
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A sequência é boa, e aqui vemos muitos elementos de outros filmes, de brinquedos reais e principalmente de tiradas do cotidiano, exemplos são os momentos em que durante a batalha de Buzz com Zurg, este revela-se como seu pai (óbvio que é uma referência a Star Wars), os brinquedos "Robos de Combate", que são aqueles dois bonequinhos que brigam e o objetivo é derrubar o adversário (aqui uma tirada, pois um dos bonecos não tem orelha, referência ao episódio Tyson vs Holyfield), e muitos outros brinquedos que aparecem e que fazem-nos lembrar da nossa infância (até porque na época do lançamento muitos estavam na infância).
Como não houve animações esse ano, Toy Story 2 foi o único, e ganhou alguns prêmios, como o Globo de Ouro, o B.E.A. (BlockBusters Entertainment Awards) e um Grammy de Melhor canção para "When She Loved Me", uma das músicas da trilha composta por Randy Newman (ganhador dos Grammys pela composição das trilhas de Vida de Inseto, Monstros S/A e Carros).
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2000
Logo após o lançamento de mais um sucesso da Pixar, a Disney deu um tempo em lançar uma nova animação dos estúdios Pixar devido o término do contrato que ambas tinham quando se associaram, onde a Pixar produziria três longas de animação para a distribuição dos estúdios Disney, que ganhou muita popularidade e teve retornos financeiros ótimos (fato que fez as duas se associarem novamente futuramente), resolvendo então a Disney lançar por conta própria um longa de animação, concorrendo diretamente com a DreamWorks que divulgou o longa de animação dos estúdios Aardman.
DISNEY ANIMATION STUDIOS
2000
DINOSAUR (Dinossauro)
Apesar de ser um filme, ele entra na sequência das animações por inovar no quesito de misturar cenários reais com personagens feitos em Computação Gráfica (primeiro do gênero, já que antes só haviam filmes desse genêro com desenhos, e não em C.G.). Dirigido por Eric Leighton e Ralph Zondag, o filme recebeu boas críticas por essa parte de inovar nos efeitos visuais, porém péssimas críticas com relação à história, devido ser clichê o fato de um animal de uma espécie ser criado por uma família de outra espécie, no caso, um dinossauro que foi criado por lêmures, fato que salvou esses lêmures quando sua ilha fora destruída. a história se segue com a mesma história de valorização da família (apesar de não ser sua família verdadeira), da amizade e da coragem para enfrentar desafios, com muitos elementos de humor durante a história, principalmente pelos lêmures "irmãos" do dinossauro.
Com um elenco de peso, a Disney traz ótimos atores para a dublagem dos personagens, como D.B. Sweeney no papel do Iguanodonte Aladar (personagem principal, o filho adotivo dos lêmures), Alfre Woodard no papel da Lêmure Plio (mãe adotiva de Aladar), Max Casella e Hayden Panettierre como os atrapalhados irmãos lêmures Zini e Suri (mulherengo Zini, como pode ser visto no final do filme quando eles estão na área de procriação dos dinossauros), Julianna Margulies como a Iguanodonte Neera (namorada de Aladar), além de Joan Plowright e Della Reese no papel das Dinossauros anciãs, a Braquiossauro Baylene e a Estiracossauro Eema, mas o destaque ficou para os dubladores brasileiros, que trouxe Fábio Assunção, Malu Mader, e as anciãs Nair Bello e Hebe Camargo, além de outros atores também consagrados no Brasil.
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O marketing que girou em torno desse filme foi enorme, gerando álbum de figurinhas, lancheiras, cadernos, brinquedos, livros, materiais escolares, etc..., mas o sucesso não foi tão grande quanto o esperado pela gigante Disney.
DREAMWORKS e AARDMAN STUDIOS
2000
CHICKEN RUN (A Fuga das Galinhas)
Produzido pela Aardman Studios da Inglaterra e distribuido pela Dreamworks e pela 20th Century Fox na América, A Fuga das Galinhas traz um longa de animação no estilo já bem conhecido por curtas e outros desenhos que são feitos no mesmo estilo de Stop Motion Claymation, um estilo de animação que é feito com os personagens estilo "massinha", seguindo a tendência de animações como A Noiva Cadáver e O Estranho Mundo de Jack, de Tim Burton, com a diferença que Tim Burton utilizou bonecos em suas animações, já a dupla de diretores Nick Park e Peter Lord seguiram a tendência de modelagem de bonecos, estilo chamado de "plasticina", onde os cenários são maquetes ricas em detalhes, e os bonecos modelados quadro a quadro.
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Em A Fuga das Galinhas, o roteiro se passa na época de 1950, onde mostra galinhas que estão presas num "campo de concentração", onde são orgulhosas de produzirem muitos ovos, não sabendo que o futuro lhes reserva depenação numa granja para virarem tortas de galinha, ai que a galinha Ginger e o pomposo Rocky planejam mirabolantes meios para fugir do galinheiro da família Tweedy. O elenco conta com atores de renome, trazendo Mel Gibson no papel do galo "voador" Rocky, Julia Sawalha no papel da galinha Ginger, Miranda Richardson e Tony Haygarth no papel dos humanos donos do galinheiro Sra. e Sr. Tweedy, além de Jane Horrocks, Imelda Staunton, Lynn Ferguson no papel das galinhas Babs, Bunty e Mac, além de Benjamin Whitrow como o galo velho Fowler, e de Timothy Spall e Phil Daniels, como os ratos trambiqueiros Nick e Fetcher 
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No geral, A Fuga das Galinhas emplacou bem mais que Dinossauros, rendendo ao longa cerca de 11 prêmios de melhor animação e mesmo não tendo um marketing agressivo em cima dos personagens, com certeza teve mais repercussão e críticas boas do que a animação concorrente.

Fonte: Wikipedia e Veja Abril.

High Five - o/
27

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Dia de Rock ! Duplo

Hoje é dia de rock e teremos duas bandas diferentes entre si mas que se relacionam, até pelo fato do vocalista ser o mesmo: Slipknot e Stone Sour.

SLIPKNOT
1ª Geração de Máscaras
  Começo falando dele primeiro porque foi a primeira das duas bandas que conheci, segundo, porque conheci na apresentação do Rock In Lisboa, que aconteceu em 2003, e como achei foda aqueles 9 caras no palco, todo mundo tocando, pulando, bangueando, dando mosh, saindo no soco no palco, e tudo o mais de birutice que podia acontecer ao som de um metal pesado que depois descobri ser Nu Metal, mas que hoje passou a ser apenas Metal. Terceiro: eu perdi o show deles no Kimera Festival e no Rock In Rio 2011, fato esse que tem me corroído muito, devido algumas dificuldades, mas ainda está no topo da lista dos shows internacionais que eu quero ver. E quarto, é a primeira fazendo uma pequena homenagem a Paul Gray, baixista que morreu ano passado e tem gerado certa polêmica acerca do futuro da banda, no qual os integrantes mantem uma certa incerteza sobre a continuação da banda, mas é provável que continuem.
2ª Geração de Máscaras
#0, #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7 e #8, esses são os integrantes originais do Slipknot, cada um tem seu número, seu estilo, sua máscara, seu instrumento, sua atitude, seu reconhecimento. Uma banda pré-definida assim só poderia dar certo, porque eles fizeram da banda um marco na música, onde o mais forte da banda é a imagem, seguidos de suas músicas e seus integrantes, com tudo isso de "pesado" na banda, ele não poderia passar desapercebida por nenhum lugar.
3ª Geração de Máscaras
Com #0 Sid Wilson nas Pick Ups (Projeto Paralelo: DJ Starscream, muito phoda tbm, tenho os dois primeiros álbuns dele e devo dizer que ele manda muito bem no Drum'n'Bass), #1 Joey Jordison na Bateria (também baterista do Murderdolls), #2 Paul Gray no Baixo (pelo menos enquanto estava vivo, agora sendo substituído nos shows por Donnie Steele, integrante original que saiu e volta agora), #3 Chris Fehn na Percussão e vocal de apoio, #4 James Root nas Guitarras (também guitarrista da banda Stone Sour), #5 Craig "133" Jones nos Samples e Teclados, #6 Shawn Crahan na Percussão e vocal de apoio, #7 Mick Thomson na Guitarra e #8 Cory Taylor nos Vocais (também na Stone Sour e na participação que fez na música "I'm Not Jesus" com o Apocalyptica), fazem dessa banda uma masterbanda que vale a pena conhecer, tanto pelos shows quanto pelas músicas que só tem melhorado tecnicamente.
4ª Geração de Máscaras
Ao todo são 4 os álbuns lançados "oficialmente", começando pelo autointitulado Slipknot(1999), seguido de Iowa (2001), (terra natal dos Maggots), Vol. 3: The Subliminal Verses (2004)e All Hope Is Gone (2008), com músicas como "Interloper", "Despise", "Liberate", "Disasterpiece", "Eyeless", "The Heretic Anthem", "Three Nil", "Vendetta", "Gehenna" e as clássicas "Wait and Bleed", "SIC", "Surfacing", "People = Shit", "Left Behind", "Duality", "Before I Forget" e "Psychosocial".
Capa do Álbum IOWA
Como é de costume existir uam relação do Dia de Rock com o número 27, eis uma banda que também tem motivos para ser citada. A primeira faixa do primeiro álbum de estúdio, o "Slipknot", chama-se "742617000027", não precisa nem falar que termina com 27, mas se for reparar mesmo, a soma dos seis primeiros números antes dos 0000, dá 27 também. Conta ae: 7 + 4 + 2 + 6 + 1 + 7 = 27.

STONE SOUR
Falo dessa banda em post duplo por dois motivos: Quem me apresentou essa banda há 3 anos foi a Millene, e nunca tinha ouvido falar nem tocar, e muita gente também, mas falo dela por ser uma badna muito boa e agora com o show do Rock In Rio, com certeza vai se tornar muito modinha pra caralho conhecida.
Tendo a origem do seu nome extraída de uma bebida, a banda Stone Sour é composta pelos músicos Corey Taylor (Vocal e Piano), James Root (Guitarra e Teclado), Josh Rand (Guitarra), Shawn Economaki (Baixo) e o ex-Soulfly Roy Mayorga (Bateria), que deixa de lado um pouco o lado metal dos músicos para encorporar o lado mais rock, indo desde baladas até músicas com um certo nível de peso, mostrando muita técnica e criatividade em riffs e montagens que realmente chamam a atenção. Com três álbuns lançados, Stone Sour (2002), Come What(ever) May (2006) e Audio Secrecy (2010), a banda já está criando seu espaço no meio musical,
A primeira música que ouvi foi "Blotter", e logo de cara reconheci aquele vocal potente do Corey, achei que fosse alguma música nova do Slip, mas quando ouvi a segunda, chamado "Bother", vi que não era nada daquilo, totalmente diferente, e depois de um tempo, ouvindo a discografia, adorei a banda, totalmente habilidosa com músicas que não lembravam em nada o slipknot e que mostra um Corey Taylor com uma voz que eu já havia notado que ele tinha, mas que todo mundo achava que ele só berrava no Slipknot (fato esse que no próprio slipknot mudou no álbum "All Hope Is Gone"). Vale a pena conhecer músicas como "Orchids", "Cold Reader", "Monolith", "30/30-150", "Made Of Scars", "Through Glass", "Zzyzx Rd.", "Inside the Cynic", "Say You'll Haunt Me", além das já citadas "Blotter" e "Bother" e a versão foda para a música do Chris Isaak, "Wicked Game".
Foi difícil a escolha dos vídeos porque curto todos, mas coloco dois clipes que eu curto pra caramba: Left Behind do Slipknot e Through The Glass do Stone Sour.

High Five - o/
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

You Only Live Once !

Se você está procurando a música do The Strokes (2006), esse não é seu lugar, porque a "Você Vive Somente Uma Vez" que cito é da banda de DeathCore Suicide Silence, que é um incentivo à aproveitar a vida, já que você tem apenas uma, e isso é notável em frases como "Você só tem uma chance", ou "Então faça cada segundo divino".
Achei a banda Suicide Silence por acaso na net, e baixei e ouvi seu álbum (até então recém lançado) No Time To Bleed (2009), e devo dizer que me surpreendi ao ver um DeathCore tão bem produzido e com montagens muito bem feitas, com viradas e breakdowns, e vocais gritados e guturais de fazer qualquer cabeça chacoalhar até travar o pescoço.
A banda foi formada em 2002, mas só em 2007 ela lançou seu primeiro álbum, depois de muitas demos e EP's, intitulado The Cleasing (outra coisa que gostei da banda é que eles fogem do padrão "Primeiro Álbum tem que ser AutoIntitulado, pé no saco bandas que fazem isso), que ainda não tive a oportunidade de ouvir, mas que com certeza mantém seu estilo pesado e bem trabalhado, apenas mudando a qualidade com o tempo, que só se fez melhorar, hoje, composta pelos integrantes Mitch Lucker (Vocal) - (Veja Fotos Aqui), Chris Garza (Guitarra), Mark Heylmun (Guitarra), Dan Kenny (Baixo) e Alex Lopez (Bateria).
Em seguida, a banda lança No Time To Bleed (2009), e me identifiquei muito com as músicas desse álbum (confesso que até o lançamento do novo álbum eu achava que o Suicide tinha dois vocais, e qual não foi minha surpresa ao descobrir que os dois na verdade é um só!), principalmente com as músicas "Lifted", "Something Invisible", "Your Creations" e "Disengage", que são puta fodas, mas como disse para meu amigo Caio, não dá pra ouvir três músicas seguidas que dá uma revolta e vontade de quebrar tudo em volta, ou seja, reúne o melhor do HardCore e do DeathMetal.
Agora em 2011 a banda lançou seu novo álbum, intitulado The Black Crown, conheci após saber do lançamento do clipe da You Only Live Once, e devo admitir que para o estilo, o clipe é muito bem produzido e a qualidade da gravação está excelente, com melodias, riffs trabalhados, viradas, solos, breakdowns, e um vocal do caralho, pra ninguém botar defeito, e é ele que compartilho hoje, considerado por mim o melhor clipe desse ano (se não ganhar prêmio de nada essa porra, eu não sei mais o que certo). Junto com músicas como "Human Violence", "Fuck Everything" e "Witness the Addiction" (participação do Jonathan Davis, do Korn), fazem desde um álbum para botar pra foder e ninguém botar defeito.

Push your care, push your burdens aside.
Erase everything inside and leave just one thing on your mind.

You only live once so just go fucking nuts.

Live life hard.
Live life hard.

You only get one shot.

So shed every breath you take, you're dying.
With every step we take we're falling apart.
We only had one chance.
We pray.
Let's take this chance right now, lets go.

You only live one life.
For the rest of time.
So make every second divine.

Go!

Live life hard.
Live life hard.

No use?
With your heart that's beating inside
That keeps us alive.
And for the very first time we're pushing aside.
So surrender everything that you see in my eyes.
As everyone?
For the very first time

For the first time.
Pushing worry aside.
For the first time.
Pushing worry aside.

Erase everything inside.
Erase everything inside.
Erase everything inside and leave just one chance.

You only get one shot.

You only live once so just go fucking nuts
You only live once so just go fucking nuts
You only live once, go fucking nuts
You only live once so just go fucking nuts

Live life hard
Live life hard
Live life hard
Live life hard
Destaque para o pastor Tarantino com a Bazuca no final do clipe.

High Five - o/
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terça-feira, 6 de setembro de 2011

FELIZ DIA DO SEXO ! Part 1

PARABENIZANDO E APIMENTANDO
Desejo a todos um ótimo Dia do Sexo

Lembrando que essa data 6/9 (sugestivo não?!) é uma data que não é oficial, mas que a empresa de preservativos e produtos genitais e sexuais Olla está com uma campanha para oficializar a data como o DIA DO SEXO.

A seguir segue uma coluna com imagens para apimentar o dia.
NO KINKS! NO LIMITS!

Créditos das Fotos:
http://greece-landofgods.blogspot.com
http://pixdaus.com
http://4.bp.blogspot.com
http://highfunction.com
http://topnews.in
http://nydailynews.com
http://tsbmag.com
http://vidaescrota.wordpress.com
http://3.bp.blogspot.com
http://orchidrecoverycenter.com

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Atriz na Cena !

 
Dessa vez temos uma atriz na Cena, e não poderia deixar de ser ela, claro, a primeira atriz que ganhou meus desejos de vê-la em ação mais e mais vezes: Sandra Annette Bullock.

Fugindo do padrão de falar da biografia e da carreira bem sucedida, pois já ganhou muitos oscars como melhor atriz, e ganhou alguns prêmios de pior também, que não ofuscou seu brilhante talento, vou falar dos filmes dela que eu mais gostei e dos que eu não gostei, mas que, mesmo assim, só pela sua participação já valeu a pena assistir.
O primeiro filme que me lembro de ter visto ela foi em Velocidade Máxima (Speed, 1994), que me chamou muita atenção pelo fato dessa deusa estar dirigindo o ônibus, mas apesar disso, a continuação foi um fracasso, não gostei do filme, até porque ela está no papel mas não há nada muito glamuroso na sua atuação. Apesar disso, no ano anterior ela foi protagonista no filme O Demolidor (Demolition Man, 1993), ao lado de Sylvester Stallone e Wesley Snipes. Acho que esse foi o filme abre alas para minha admiração pela atriz (aliás, pelos três, mas estamos falando dela,,,rs), que apesar de fazer um papel de uma policial tonta (pelo filme, todos são no futuro), mas seu jeito desafiador, meigo e sensual me conquistaram de vez.
Bom, o jeito foi procurar por filmes dela, e assisti a uma sequencia que me trouxe admirações e decepções. O filme Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping, 1995) traz Sandra no papel de uma funcionário do metrô que cai na linha e fica em coma,  ela então socorre ele e passa a visitá-lo no hospital e toda a família acha que ela é namorada dele (claro, o que ela se torna depois), não foi "O" papel, mas gostei dela, como sempre, aquele sorriso meigo inocente cativa muito, e nesse papel a marca foi  o carisma. Mas, para felicidade e infelicidade, surgiram as sequências Miss Simpatia (Miss Congeniality, 2000) e Miss Simpatia 2 (Miss Congelianity 2, 2005), no qual ela é uma agente do FBI que entra em um concurso de beleza disfarçada, dessa vez, a policial tonta se torna uma agente muito simpática mas que é linha dura no trato com o crime, curti muito, mas o segundo nem tanto pelo história reaproveitada, e a questão dos filmes "endeusarem" ela demais acabou se tornando filmes que eu não assistiria duas vezes, pois expõe sua beleza a um ponto que não agrada, não foca no roteiro do filme.
Nossa rainha de Hollywood me fascinou ainda mais pela sua participação em dois filmes em 2009, nos quais ela conquistou dois prêmios, um de pior atriz pelo filme Maluca Paixão (all About Steve, 2009), no qual ela é uma repórter que vive seguindo seu amor por todo lado que ele ia, super atrapalhada e divertida, apesar do prêmio, gostei muito do filme, que decidi assistir aquele que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz (no qual ela foi receber com o troféu de pior atriz e disse que eles iriam ficar lado a lado na sua galeria, achei muito foda essa atitude dela, no mesmo ano, dois prêmios totalmente opostos, e é por isso que ela ganhou espaço aqui) e o filme é Um Sonho Possível (The Blind Side, 2009), no qual ela faz o papel de uma mãe adotiva que cria seu filho negro com muito amor, sem descriminação pela sua cor, e o incentiva a estudar e a se dedicar ao futebol, no qual ele se torna um grande jogador, filme inspirado em fatos reais, conta a história de Michael Oher (Big Mike), interpretado pelo ator Quinton Aaron.

Filmes como esses e outros, como Forças do Destino (Forces of Nature), 28 Dias (28 Days), Amor à Segunda Vista (Two Weeks Notice), Crash: No Limite (Crash) e outros, fizeram essa diva ganhar lugar cativo nas produções de Hollywood e uma estrela na calçada da fama, sendo imortalizada no cinema.
Também, com um olhar desses, impossível não deixar de se apaixonar admirar.

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Mega Desejo !

A Jaqueta que o Taboo, um dos vocalistas do Black Eyed Peas, usou no show de gravação do DVD no Staples Center, confesso que o estilo combinado com as músicas tiveram participação no desejo de adquirir este item, mas futilidades à parte, quem souber onde há um alfaiate que faça jaquetas de couro, por favor, indiquem-me, porque quero mandar fazer essa belezinha (claro, mandar fazer é caro, mas com certeza deve sair bem mais em conta que a original, que sai pela bagatela de 1100 euros, cerca de R$ 3.000,00. (Se eu conseguir por até 500 já estou no lucro,,,rsrs)


Segue o vídeo de uma das músicas em que ele usa a Jaqueta (que está muito mais foda que nas fotos):
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Vocais On Stage !

Depois de assistir a apresentação de algumas bandas, como Suicide Silence, resolvi começar esse pequeno apêndice dos vocalsitas que representam e literalmente botam pra foder no palco.

Mitch Lucker
Banda: SUICIDE SILENCE
Conheci a pouco tempo e seu estilo varia entre gutural e o rasgado com maestria. Apesar de ter a aparência serena, no palco Mitch parece evocar o espírito do cão para si.
 
Matt Heafy
Bandas: TRIVIUM, ex-Chaparnaum
Vocalista e Guitarrista, possui um vocal foda, que abrange o gutural, o drive, o melódico e o gritado rasgado. Matt, que começou ainda muito jovem, já marcou seu espaço no cenário do metal.

Cristian Machado

Banda: ILL NIÑO
Possui um excelente e poderoso vocal gutural, e por vezes em suas músicas ele mescla o estilo com o vocal rasgado, com linhas melódicas gritadas em muitos refrões, que causa um efeito de duplicidade na voz muito marcante em Anders Friden, do In Flames.



Morgan Lander
Banda: KITTIE
Uma bela donzela que merece todo o respeito no cenário do metal, com seu vocal que alterna entre drive e melódico, Morgan conquistou seu espaço, levando a banda Kittie do Nu Metal raiz estilo Korn, ao Nu Metal Extremo, com belas marcações de Death/Thrash no álbum In The Black, e agora, no novo álbum lançado em 30/08/2011, "I've Failed You", está muita mais foda que nunca.


In Memorian
Peter Steele
Banda: TYPE O NEGATIVE
O potente vocal de Peter Steele ficou marcado nas canções do Type O Negative, e com seus quase 2 metros de altura, sua voz grave e por vezes distrocida em algumas músicas, sussurradas em outras, fez presença em suas gravações, e confesso que ainda hoje, ao ouvir músicas como "Black nº 1" e "My Girlfriend's Girlfriend" me arrepiam em agonia.


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