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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

George Carlin !

George Denis Patrick Carlin (Nova Iorque, 12 de maio de 1937 — Santa Monica, 22 de junho de 2008) foi um humorista, ator e autor norte-americano, pioneiro, com Lenny Bruce, no humor de crítica social. A sua mais polémica rotina chamava-se "Sete Palavras que não se podem dizer em Televisão", o que lhe causou, durante os anos setenta, vários dissabores, acabando preso em inúmeras vezes que levou o texto a palco.
Até meados da década de 1960, Carlin manteve uma imagem tradicional, com fato e cabelo curto. Depois, ao escrever novo ato, decidiu deixar crescer o cabelo e a barba, tornando-se um ícone da contracultura. Crítico acérrimo das religiões, ateu convicto, principalmente do sentido da culpa e do controle social, defendia valores seculares.
Aplaudido por vários colegas, como Lewis Black e Bill Maher, George Carlin chegou ainda a participar em vários filmes e séries de TV, como Pânico 3 e Dogma. Dublou ainda filmes de animação, como Carros, Tarzan e outros.
Em 22 de Junho, 2008, Carlin deu entrada no hospital Saint John's Health Center em Santa Monica, California, com dores no peito, vindo a falecer naquele dia às 5:55 p.m. Carlin tinha 71 anos. Sua morte ocorreu uma semana após sua última apresentação no Orleans Hotel e Casino de Las Vegas. Seguindo seus pedidos, Carlin foi cremado e suas cinzas espalhadas sem qualquer serviço de homenagens publicas ou religiosas.

Fonte: Wikipedia

Há inúmeros vídeos no youtube de palestras sobre a falsa crença em religiões e rezas, e tudo o mais, quando recebi um vídeo dele, eu custei para assistir, mas ao assistir pude ver a genialidade com a qual Carlins sabe criticar e ser irônico com assuntos que para muitos não se devem nem tocar, como o fato da perdição dos humanos, os mandamentos desnecessários, a inutilidade das rezas, e muito mais envolvendo esse lado cômico/sarcástico de suas publicações. Procurem, vale a pena cada um deles. Embaixo segue um dos vídeos que fala dos mandamentos.

High Five - o/
27


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Dia De Rock !

LAMB OF GOD
Entrando de cabeça no metal, falo da banda "Cordeiro de Deus", que tanto me surpreendeu, tanto pelas músicas, quanto pelos vídeos e pelo show que fui. Eles se autodenominam como uma banda de Puro Metal Americano e fazem parte da Nova Onda do Heavy Metal Americano (assim como as bandas Pantera, Machine Head, Trivium e Slipknot), que são as famosas bandas de metal pesado/extremo, às quais eu não chamaria de Heavy Metal, mas é exatamente isso que elas representam.
Formada em 1990, a banda tinha o nome de "Burn The Priest", mas com o lançamento do álbum de mesmo nome em 1999, no ano 2000 a banda mudou para o nome atual devido as dificuldades em realizar shows devido seu nome considerado "ruim", e atualmente conta com seu fundador Randy Blythe (Vocal - E é exatamente ele que faz a diferença e tenho tanto gosto pelas músicas, ótimo cantor e compositor), Mark Morton (Guitarra), John Campbell (Baixo) e pelos irmãos William Adler (Guitarra) e Chris Adler (Bateria).
A banda emplacou singles ótimas nos lançamentos dos álbuns, como o hino do bate cabeça, onde acontece o "Walls of Jericho", ou "Wall of Death" e que tenho orgulho de dizer que participei, a perfeitissima "Black Label" presente no segundo álbum "New American Gospel", e consagrando músicas clássicas em shows como "A Warning" e "Letter To The Unborn".
Com "As The Palaces Burn", a banda emplacou singles como "As The Palaces Burn", "Ruin" e "11th Hour", mas foi em "Ashes Of The Wake" que veio mais um índice para 27, pois o álbum alcançou a posição a posição 27 da Billboard e possui as canções clássicas "Laid To Rest", "Hourglass", "Omerta" e a fodástica "What I've Become".
Para o álbum "Sacrament", a banda coloca novo vídeo clipe na mídia e um vídeo arrasador, pra mim um dos melhores que já, onde uma família contrata a banda "Cordeiro de Deus" para tocar no aniversário de sua filhinha e a banda faz um verdadeiro show na festa da garota tocando "Redneck", matou a pau. O álbum também traz a faixa "Walk With Me In Hell", que rendeu ao grupo um DVD documentário com o mesmo nome.
Pra encerrar por enquanto, a banda está em turne com seu novo album, que já não é tão novo, intitulado "Wrath", e emplaca sucessos internacionais como "In Your Words", "Set To Fail" e outra fodástica, a "Contractor".
Uma banda sem muitos problemas com a mídia, mas que merecem todo o respeito dentro do cenário devido sua ótima técnica, criatividade e sonoridade, que fazem desta uma banda perfeita para extravazar e banguear, e bater cabeça, e entrar numa "Parede da Morte", como o vídeo abaixo.
High Five - o/
27

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dia De Rock !

THE DOORS
Hoje começamos falando de uma banda fora dos padrões dos meus gostos (Metal e Metal Extremo), The Doors, que tanto fez minha cabeça quando assisti o filme The Doors, de Oliver Stone, com Val Kilmer no papel principal de Jim Morrison e Meg Ryan como Pamela Courson, mulher do Jimbo, que morreu aos 27 anos (mais um para consagrar a fase "27").
Vendo no filme atuações de músicas como Light My Fire, Break On Through e People Are Strange, fica muito mais claro a proposta musical da banda e foi isso que me encantou, o "ritual" executado em cima do palco, assim como Kiss, essa é uma das bandas que eu curto "on the stage". Confesso que para uma noitada em casa com a garrafa na mão e doors na cabeça é muito boa, mas incomparável à performance de Jim Morrison (Vocal), Ray Manzarek (Teclado), Robby Krieger (Guitarra) e John Densmore (Bateria) no palco, principalmente por causa das viagens de ácido e peiote.
Um choque na sua época, The Doors teve uma estreia excelente, com músicas no seu primeiro álbum como "Break On Through", "Light My Fire", "Alabama (Whiskey Bar)" e "The End", foram decisivas para seu marco na história da música. Além das performances no palco, o que chamava a atenção para a banda também era o fato das polêmicas envolvendo rebeldia, falta de pudor, o que tornara Morrison e suas calças justas um Sex Symbol da época, marcando definitivamente o nome da banda no cenário da Contracultura no seu tempo.
Para o lançamento do álbum seguinte, o Strange Days, com destaque para as clássicas "People Are Strange", When The Music is Over", no estilo da "The End" e a excelente "Moonlight Drive", escrita muito antes da banda nas só lançada agora, os Doors atingiram a fama e deixaram o lado underground, banalisando as performances nos shows, recebendo críticas como "mesmice" e "falta de originalidade".
Em seguida vieram outras clássicas, como "Hello, I Love You", "The Unknown Soldier", "Five To One", "Touch Me", e a banda ia cada vez mais em decadência devido os excessos do Jim Morrison, e quando o fim da banda parecia derradeiro, surgem os hinos "LA Woman" e "Riders On The Storms" que transformaram a banda em mitos do rock e são conhecidas até hoje, e mesmo com a morte de Jim Morrison em 1971, a banda ainda realiza shows na atualidade.
High Five - o/
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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Dia De Rock !

FELIZ DIA MUNDIAL DO ROCK

Apesar das letras garrafais e coloridas, hoje é dia de comemorar o estilo que nunca morrerá, e a partir de agora sempre falarei de uma banda do meu gosto por aqui.

Gostaria de começar falando da minha banda de influência e responsável por minha entrada no mundo do rock, a banda Kiss, que no site da Veja do especial do Dia Mundial do Rock está como 27ª banda/álbum que marcou a história do rock, nada mais justo, homenagem em dobro, como segue a imagem abaixo.

O álbum Destroyer é o quinto da banda e marca a evolução do estilo musical da banda, sempre fiel ao hard rock, mas com uma sonoridade melhor, e traz como principais músicas as comerciais "Detroit Rock City", tema do filme de mesmo nome, "Beth", a balada cantada pelo baterista Peter Cris, e "God Of Thunder", marco na carreira do Kiss por substituir "100000 Years" na apresentação de Cospe Sangue, não sendo uma constante, já que a "100000 Years" voltou a ser utilizada em muitos shows, que aliás, essa banda me marcou exatamente pelos espetáculos super elaborados com a apresentação das músicas juntamente com os números de Cospe Fogo, Cospe Sangue, Guitarras incendiárias, esfumaçantes e Voadoras, além da bateria suspensa no ar, e fogos e pirotecnias para deixar qualquer um de queixo caído, e confesso que me deixou, além do álbum também conter canções ótimas que não são muito conhecidas para quem não curte o movimento, como "King Of The Night Time World", "Great Expectations" e "Do You Love Me".
O KISS inicialmente era formado por Paul Stanley (Vocal e Guitarra), Gene Simmons (Vocal e Baixo), Ace Frehley (Vocal e Guitarra Solo) e Peter Criss (Vocal e Bateria), e isso foi o que me chamou a atenção também, o fato de terem músicas que todos cantam, hora solo como o caso de Ace na "Christine Sixteen" e Peter Criss em "Hard Luck Womam", ora juntos, todos os quatro em músicas como "Psycho Circus" e "Rock And Roll All Night" no acústico da MTV. Hoje em dia, a banda é composta por Paul e Gene, além de Tommy Thayer (Guitarra) e Eric Singer (Bateria), que em nada deixam devendo de seus antecessores, mas cá entre nós, eles não se igualam aos pioneiros, mas há uma grande diferença no estilo deles, deixando o mesmo som com uma outra cara, então, não há o que se dizer sobre qualidade das músicas.

Tanto é que em 2009 o KISS lançou seu último álbum de estúdio, o "Sonic Boom", que por ser um disco atual, em nada deixou a desejar do estilo criado lá em 1973 por eles, tão fiel que recebeu dos críticos a opinião de melhor disco do KISS, e na minha opinião é um dos melhores mesmo, perdendo apenas para o "Dressed To Kill" e para o "Destroyer", justamente por estes conterem canções clássicas que nunca serão substituídas.
O KISS chama atenção por suas roupas e maquiagens extravagantes, um fato que hoje não é muito notado devido às novas modas e tendências, mas que na época foram um choque, e que geraram diversos rumores sobre a banda, todos que ao passar dos anos foram sendo desmentidos, como os boatos de "Mata Pintinhos no palco", "Seguidores do Diabo", "Seres Extraplanetários", e por aí vai, e isso ocorreu principalmente a partir de 1983, quando o KISS decidiu tirar suas máscaras pela primeira vez.

Fica a dica desta banda ótima, assistam o MTV Unplugged e o Kiss Rock The Nation Live para ter uma noção do que esses caras são capazes de fazer com suas músicas em cima do palco. As músicas que eu indicaria são "Detroit Rock City", "Strutter", "Firehouse", "Deuce", "Black Diamond", "Love Gun", "I Want You", "Calling Dr. Love", "Lick It Up", "HArd Luck Woman" e muitas outras.

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Mini Biografia em uma Auto Entrevista ! Final

Continuando...

T.P.E.: Seus textos costumam ser bem diferentes, abrangendo diversos assuntos, mas alguns são meio incoerentes, outros tem uma métrica e um segmento de ideias bem projetado, isso tudo é porque sai por acaso ou você pensa bem antes de escrever?
Maknim: Depende, alguns saem por acaso, outros eu estudo bem o tema para escrever algo, mas independente disso, tem uns que eu acho que ficam bons, e outros, mesmo trabalhados e acertados detalhes, ainda ficam incompletos e não transmitem a real ideia do que eu senti, ou vi, ou vivi, ou uma opinião, alguns assim. Há um caso de dois sonetos que escrevi recentemente que são inversos entre si, um é uma crítica e outro uma brincadeira, um conto cômico, são os "Cristão Vampiro" e "Vampiro Cristão", apenas mudando as palavras o sentido torna-se outro completamente diferente, e tenho tentado escrever eles há uns 4 anos, e só agora consegui, engraçado que o primeiro deu mais trabalho e não ficou tão bom quanto eu queria, já o outro, o Vampiro Cristão, achei que ficou muito bom, melhor do que eu imaginava, pois transmitiu bem a brincadeira, ainda mais que é entendível pois os dias de hoje estão infestados de "vampiros", então, nada melhor que colocar mais um, um cristão, que nem durou tanto tempo assim (risos).

T.P.E.: Quais foram os textos mais demorados e os mais rápidos que você escreveu?
Maknim: Mais demorados? Poxa, tem um que ainda estou escrevendo, e fazem uns 8 meses que estou para terminá-lo, mas estou esperando a ideia certa, chama-se "A Santa de Aluguel", e faltam apenas detalhes para terminar. Já mais rápidos eu não lembro, mas comecei a pegar gosto no começo desse ano. No blog Só Sonetando é possível ver, que a variação de tempo entre um e outro é absurda, pois uns demoram cerca de meses, outros diferem em minutos o tempo que demorei para escrevê-los, pois há dias em que escrevi 3 ou 4 sonetos, então realmente não sei explicar quais foram mais rápidos, talvez esses que escrevi no mesmo dia, mas um que me lembro de ter pego para escrever e minutos depois estava pronto foi o "Olhos Alheios", por isso gosto dele, foi rápido, coerente, e me marcou de certa forma, porque sempre lembro do fato ocorrido.

T.P.E.: Dos que você está escrevendo ainda, tem algum que você possa comentar?
Maknim: Sim, alguns como "A Santa de Aluguel", no qual há um duplo sentido, uma estória de uma mulher que é prostituta e ela pode te dar aquilo que a religião diz te dar também, como conforto, felicidade, coisas pormenores assim, mas também há o sentido da crítica à igreja, onde as pessoas para conseguir tais coisas devem entregar uma quantia em dinheiro, seja para conseguir um lugar no céu, ou não ir para o inferno, então esse é um duplo sentido que quero deixar bem entendido ambos os lados. Também há alguns em inglês para terminar, cerca de uns 15, em que quero desenvolver bem e ideia, já que estes levam a crítica mais a sério, mexendo muito com religião, como "Asking To Lord" (Pedindo ao Senhor), "Our Belief" (Nossa Crença), "Sins of Hate" (Pecados de Ódio) e "D'Evil Sinner" (O Pecador do Mal - ou no outro sentido; "Diabo Pecador").

T.P.E.: Você recebe ajuda ou apoio de alguém para escrever seus textos, ou é tudo por sua conta?
Maknim: No começo eu escrevia tudo sozinho e tudo que me dava na telha, hoje já compartilho informações e opiniões com algumas pessoas, isso gera um pouco mais de criatividade e ânimo para escrever outros textos, ou mesmo ideias que me mandam e eu desenvolvo, como "A Vida Por Um Triz", do Alberto, "VAI BRASIL" e "O Mundo Há Muito Se Acabou", da Elaine, "Sonhos Sem Fim", do Higor, e alguns outros que dizem detalhes ou dão opiniões e eu acrescento ou mudo alguma coisa, mas depende do caso, pois tem uns que recebo opiniões, e depois de pronto, principalmente os sonetos, eu não mudo mais, fica como está, e gostaria de aproveitar a oportunidade e agradecer a todos que leem e gostam, ou que não gostam mas pelo menos leram, e gostaria sim de receber críticas, apesar que muita coisa estou mudando sozinho, como os assuntos, mas sempre é bom ter uma opinião de alguém de fora.

T.P.E.: Você tem projetos ou planos para usar esses textos ou para escrever mais, como ideias, desejos, etc.?
Maknim: Eu ultimamente tenho pensado em publicá-los de forma impressa, como livro, livreto, ou qualquer coisa, mas ainda estou pensando só, não quero me arriscar a fazer algo para gastar e me arrepender depois, mas o desejo é grande. Agora, planos, primeiramente vou colocar os sonetos aqui, depois vou ver o que faço, já as letras, estas terei mais cuidado, porque tem muitas que podem ser usadas para alguma coisa, e as que não estão registradas, se eu me descuidar, posso ser roubado facilmente.

T.P.E.: Então, pronto para postar o texto sobre o carro vermelho?
Maknim: Claro, segue abaixo...


Vermelho Camaro


Há um carro vermelho na esquina
Um verdadeiro camaro imponente
No espelho os olhos dessa menina
Me deixando curioso e envolvente


Esperando para atravessar a rua
Ela parte, deixando o som do motor
Imagino aquela garota toda nua
E por ela agora morro por seu amor


Não sei quando a verei novamente
Mas aguardo aquela nobre princesa
Que jamais sairá da minha mente


Tais lábios e as lanternas acesas
Quando ouço no horizonte de repente
O motor V6 me fazendo surpresa


Maknim
07/07/2011

T.P.E.: Maknim, obrigado pela entrevista e continue escrevendo.
Maknim: Eu que agradeço e gostaria de saber: Quem será o(a) próximo(a) entrevistado(a)?

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27

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Weird Al Yankovic !

 Nascido na Califórnia em 23/10/1959, Alfred Matthew Yankovic, conhecido popularmente como "Weird Al" Yankovic", é um músico humorista, parodista, acordeonista e produtor de televisão.

Conheço os trabalhos do Weird Al há algum tempo e seus trabalhos sempre me chamaram muita atenção, tanto pelas letras parodiadas com muita inteligência, ou pelos "Polkas" que ele transforma muitas músicas de sucesso da época, desde os hits pops dos anos 80 até os blacks, raps e rocks da atualidade, ou mesmo pela irreverência e diversidade em seu estilo, e recentemente ele lançou seu 13º Álbum, chamado Alpocalypse (Foto da Capa, que traz ele como um dos 4 cavaleiros do apocalypse), e novamente ele volta com paródias muito inteligentes e engraçadas em temas sobre as previsões do fim do mundo em 2012.

Ele parodia os principais músicos do cenário atual, e como primeiro single do álbum ele traz "Perform This Way". SIM!!! Acertou que fez a alusão correta. Esta música é parodiando a bombástica música "Born This Way", da Lady Gaga. Outros singles são músicas originais com críticas humoradas sobre algunas assuntos, como "Whatever You Like", sobre um cara que tenta impressionar sua namorada na época da crise economica, "Skipper Dan", sobre um homem que se formou em artes mas só conseguiu trabalhar como guia turístico na Dysney, "CNR", sobre os feitos de Charles Nelson Reilly, como os feitos de Chuck Norris, "Ringtones", que fala dos malditos ringtones irritantes, e "Craiglist", uma crítica às listas do site Craiglist.

Novamente ele volta com uma Polka Medley dos sucessos da temporada, e novamente a montagem foi muito bem feita. "Polka Face" já deixa óbvio qual o principal hit empregado na composição da Medley. Composta pelas músicas "Poker Face", de Lady Gaga, "Womanizer", de Britney Spears, "Right Round" de Flo Rida, "Day 'n' Nite" de Kid Cudi, "Need You Know" de Lady Antebellum, "Baby" de Justin Bieber, "So What" da Pink, "I Kissed A Girl" da Kety Perry, "Fireflies" de Owl City, "Blame It" do Jamie Foxx, "Replay" do Iyas, "Down" do Jay Sean, "Break Your Heart" do Taio Cruz, "Tik Tok" da Kesha e encerra com o refrão da "Poker Face" novamente. Confiram a música no link abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=xO9jAfY8fbU

Como sempre, Weird Al se inova e cria ótimas composições que caem no agrado popular, embora em terras verde-amarelas ele não seja tão conhecido devido a cultura Norte Americana não ser muito divulgada por aqui.
Conheçam. Ouçam.

High Five - o/
27
Ps: Ele tbm curte o 27 p kraio!!! Olha a placa do carro dele na foto acima, e isso não é nada, tem muito mais,,,

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mini Biografia em uma Auto Entrevista - Parte 2 !

 Continuando...

T.P.E.: Os assuntos que você escreve, apesar de diversificados, eles geralmente surgem como?
Maknim: Podem surgir do nada, ou de algo que eu repare ou perceba de coisas que acontecem, ou que não acontecem, eles surgem como uma ideia e vou desenvolvendo aquela ideia, inventando outros fatores para integrar o texto totalmente, fugindo um pouco da realidade pura, da realidade nua e crua, apesar de ter alguns textos que simplesmente eu escrevo, e do jeito que sai eu deixo, e alguns desses são os que mais gosto, porque acontecem de um jeito que eu nem imaginaria que eu pudesse fazer.

T.P.E.: Poderia nos dar um exemplo agora?
Maknim: Claro, por exemplo, tem um carro vermelho ali parado na esquina, e eu misturo outros fatores, como por exemplo o amor da minha vida que está nele, e ela me observa, e quando eu tento me aproximar, ela bate em retirada, e eu fico então, a partir desse dia, só esperando pra ver quando o carro vermelho vai voltar, na esperança que ela possa se arrepender e vir pra mim, pelo menos dar a chance de eu me apresentar e então deixar rolar - poxa, até eu gostei do exemplo, acho que depois vou desenvolver em cima disso (risos).

T.P.E.: Que ideia, surgir assim do nada, e são sempre ideis ligadas a esse tema, de falar de amor?
Maknim: A grande maioria fala de um amor, de uma paixão, ainda que seja bom, ou ruim, ou que marque, ou que não exista, ou que seja proveitosa, ou lamentada, sempre jogando um ar de dramaticidade nelas. Como disse, há críticas, "comédias" e de duplo sentido, mas a maioria eu viajo nas ideias do romance, penoso ou prazeroso.

T.P.E.: Vamos fazer um acordo então? Quando acabar a entrevista você posta aqui um texto sobre esse carro vermelho, pode ser?
Maknim: Não garanto nada, mas pode ser sim, falei que ia desenvolver em cima dele, agora isso virou desafio (risos).

T.P.E.: Embora tenha os que abrangem o tema amor/paixão, fale-nos um pouco dos que você escreve como crítica, duplo sentido ou "comédias", como você diz.
Maknim: Tudo começou com meu primeiro texto mesmo, que é bem dramático e não deixa às claras do tema que ele trata (drogas), mas na vertical você vê os nomes das drogas, então isso me deu a ideia de começar a escrever nesse sentido, de não deixar claro alguma coisa que estou falando. Quando critico alguma coisa, como por exemplo a pobreza, ou a polícia, ou o governo, procuro falar sobre a realidade que acontece, como é o caso da letra "Olhos Alheios", que falo e critico de um assalto que ocorreu perto de casa e quem estava perto não fez nada. Tenho também os textos para serem engraçados por abordar as coisas que acontecem que não nos demos conta, e apesar do fato parecer engraçado, é uma coisa real que as pessoas deveriam pensar um pouco sobre, claro, não é tão engraçado quanto gostaria que fosse, mas ainda sim tem uma graça se levada para o duplo sentido, como a letra "Te Quero Morácea", que está escrita de uma forma como se eu estivesse narrando a sedução de uma mulher, quando na verdade estou falando de "cerveja", pura e simplesmente, mas deixando esse duplo sentido no ar, até o nome mesmo, que Moráceas é um dos componentes da cevada, então isso distorce um pouco o real sentido do escrito, e procuro tentar fazer muito disso.

T.P.E.: O que você acha de seus próprios textos?
Maknim: Pra ser sincero (não espero de você... risos), brincadeira, mas na realidade eu não gosto muito deles, claro que há exceções que eu goste, há alguns que eu acho que são maravilhosos, na minha concepção, mas a grande maioria eu acabo não gostando. Eu tenho mais de 400 textos escritos, pelo menos uns 100 pra terminar que já "desenhei" a ideia, e mesmo assim, se eu falar que gosto de 10% deles, eu acho exagero, não chega nem a isso, e muitos deles que alguns amigos leem e gostam, eu realmente não acho muito bons, tanto é que para comentar sobre eles, como estou fazendo no blog Só Sonetando, eu não consigo explicar muito o porque da criação daquele texto. Em contraparte, tem uns que gostaria de explicar até mais do que eles realmente tem um sentido, que percebo depois, principalmente os de duplo sentido, que são poucos, mas que para mim acabam tendo um sentido a mais, ou dois, ou três (risos), como é o caso do Soneto "Duas Beldades", tentei escrever de um jeito que parecesse que eu estava falando de duas mulheres, mas o sentido mesmo era falando de um medicamento, o Benegripe, e quando coloquei lá no Só Sonetando, percebi que pode parecer também o uso de drogas em geral, como as balinhas das danceterias, uma sedução de duas lésbicas, ou mesmo uma dupla personalidade de alguém, que juntas me fazem formar uma opinião do que as duas personalidades me causam, e acho que poderia até citar mais se eu encontrar mais sentidos (risos).

T.P.E.: Você poderia citar alguns dos quais você gosta? E alguns do que você mais detesta, ou que não gosta tanto quanto os outros?
Maknim: Acho que os que eu citei são os que mais gosto, como "Deixe o Pango", "Te Quero Morácea", "Olhos Alheios", "Sem Fé, Sem Esperança", "Frente de Batalha", "Nossa Herança", que é a letra que veio da "Herança do Meu Avó", "O Mundo Há Muito Se Acabou", escrita em parceria com a Elaine, e os sonetos "Beijos Encarnados", "Dois de Mim", "Sem Espírito", "Randônicos Olhos", "Longa Estrada", "Fechadura", "Infinito Encontro", e mais recentemente "Vampiro Cristão". Agora falar dos que eu não gosto é difícil, eu colocaria todos os outros, boa parte no sentido de não gostar, e um pouco na categoria que são neutros, eu não gosto, mas também não disgosto.

T.P.E.: Porque você escreve mais sonetos do que textos em formato de poemas?
Maknim: Comecei a adquirir esse formato porque tento seguir um padrão de ideias que eu sei onde começa e onde acaba, um número contado de versos e estrofes, e neles percebi que não preciso seguir rima, métrica e ritmo, basta colocar no formato e deixar o texto como está, apenas contando com as 14 linhas, divididas, creio que virou costume por ser mais fácil de compreender pois tem menos versos, pois tem textos meus que tem muitos, e acabam se tornando consativos, principalmente quando não tem espaços ou parágrafos, e outra, a estética me agrada, então adotei o padrão, embora eu esteja criando um meu.

Continua...

High Five - o/
27

terça-feira, 5 de julho de 2011

Mini Biografia em uma Auto Entrevista - Parte 1 !

Bom, começando essa sessão nova aqui no blog sobre BIOGRAFIAS, começarei como o criador entrevistando a criatura, o Tocar Para Esquecer faz uma auto entrevista do heterônimo do José Roberto, o Maknim, autor, narrador e escritor de diversos textos, letras, acontecimentos e sonetos que constituem seus blogs.

T.P.E.: Quando você decidiu começar a escrever e porquê?
Maknim: Eu comecei a escrever em 2005, quando eu formei minha primeira banda, e decidi que era hora de começar a escrever algumas coisas, como por exemplo, as músicas para a banda, mas a ideia da banda não vingou e deixei de lado essa história, escrevendo somente de vez em quando, mas em 2007 quando entrei para outra banda, a PN, decidi voltar a escrever, porque nessa altura eu já estava escrevendo raramente, e só escrevia a maioria das coisas que me vinham na cabeça quando eu estava numa fase ruim da minha vida, hoje já consigo escrever algumas coisas depois de pensar, como algumas críticas ou engraçadas, ou as que mais gosto, de duplo sentido.

T.P.E.: Qual foi o primeiro texto que você escreveu?
Maknim: O primeiro texto que escrevi eu lembro até hoje, foi o "Deixe o Pango", que fala das drogas e foi escrito para a primeira banda que tive, mas que nunca chegou a ser usada (até porque a banda não tirava nem covers, que dirá de fazer novas músicas (risos)). Mas digo que lembro da primeira, porque muitas que vieram nesse tempo todo, ou não lembro a sequência ou o motivo pelo qual escrevi.

T.P.E.: Você assina todos os seus escritos como "Maknim", de onde surgiu esse nome e porque você o usa?
Maknim: Sou um heterônimo que fui criado para (acredite se quiser), um jogo de RPG, e na época meu criador não tinha ideia de que nome usar, então ele juntou a primeira letra das bandas que ele ouvia na época, e saiu o Maknim, um homem que tinha como parceiro de aventuras um lobo chamado Troy, e como na fantasia podemos tudo, eles se juntavam numa fusão, e o Maknim acabava se tornando um lobisomem, estória de doido mesmo (risos), mas a partir daí, foi-se gerando muito apego por esse nome, e meu criador imaginava esse nome em muita coisa, como bandas, lojas, livros, etc. E é usado até hoje, mas por enquanto, somente na assinatura dos textos (igual Fernando Pessoa usava em seus textos).

T.P.E.: E você pode nos dizer quais bandas formam seu nome?
Maknim: Claro, só lembrando que isso foi na época, e hoje meu nome estaria bem diferente se fosse feito agora. As bandas que formam o nome são Metallica, Apocalyptica, Kiss, Nirvana, Iron Maiden e Marilyn Manson, ligados direta ou indiretamente pelo surgimento do meu gosto pelo rock, apesar que Nirvana e Iron não curto muito ultimamente.

T.P.E.: Você costuma ler regularmente? Que tipo de literatura você prefere?
Maknim: Eu costumava ler mais na época que o Maknim foi criado, gostava de livros de aventura, alguns de poemas, de suspense, mas ultimamente me sinto atraído pelas literaturas que tiram nossa visão do mundinho redondo que vemos para enxergar as coisas que estão além, fazer-nos "pensar" um pouco, como a série de livros de Douglas Adams, "O Guia do Mochileiro das Galáxias", ou livros do Richard Dawkins, como "Deus, Um Delírio" ou "O Gene Egoísta". Mas ultimamente não tenho lido muito, por falta de tempo mesmo.

T.P.E.: E música? Preferências e com que regularidade você ouve?
Maknim: Música é uma constante em minha vida, sinto não ter o talento e dom musical que eu gostaria de ter, porque eu adoro, ouço todos os dias, principalmente metal, e a música tem grande participação na minha ideia para escrever, pois geralmente uso ritmos e estilos para escrever algumas coisas, como um ritmo hardcore ou punk, ou mais metal, pesado, leve, diversos tipos. Até teve uma letra que usei um ritmo de micareta, e to escrevendo uma como se fosse um sambinha, mas a diferença está que depois disso ela fica arritmica, sem ritmo, para ler direto e reto, fica diferente, até por isso que alguns beiram a incoerência, por não dar a entender o motivo de escrever do jeito escrevi, e sim do jeito que está sendo lido.

T.P.E: Você se inspira em algum escritor para escrever suas letras?
Maknim: Eu buscava inspiração em poetas e romancistas, mas nunca escrevi como eles, assim como bandas que conseguiam transformar letras simples, apenas aplicando uma melodia em cima, em maravilhosas poesias, obras de arte, como era o caso de Raul Seixas, Renato Russo e, atualmente, de Rogério Skylab, mas apesar disso, apesar da influência, meus textos não chegam nem perto dos deles, e de muitos outros que também admiro, como Machados de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Pablo Neruda e Arnaldo Jabor.

T.P.E.: Sobre o que você fala em seus poemas?

Maknim: Eu não gosto de usar a expressão "poemas", "poesias", "poeta", ou outros similares, até porque não me considero um poeta.

T.P.E.: Não gosta de ser chamado de poeta nem diz que seus textos são poesia, porque você pensa assim? Costume ou tem algum motivo específico?
Maknim: Digamos que pode ser um pouco de costume pelo meu pensamento. Uma vez lendo sobre Juan Luiz Guerra, ele disse que não se considerava um poeta, que poeta era Pablo Neruda, ele era só um letrista, e me encaixei nesse perfil, porque me considero apenas um letrista, embora eu escreva sonetos e textos em formas de poemas, gosto de me referir a eles como simplesmente "textos" ou "letras", e não me considero poeta nem escritor, e sim um simples "letrista", nem tanto quanto gostaria, porque as letras de Luiz Guerra são formidáveis...

T.P.E.: Certo, então sobre o que você escreve em seus textos e Quais são os tipos e/ou formatos de textos que você cria?
Maknim: Eu comecei escrevendo falando do que sentia a respeito das coisas que eu via à minha volta, como eu me sentia e criava estórias fictícias de romances e decepções que tive, em que tudo rolava dentro da minha cabeça, era só faz de conta, mas de um jeito como se eu tivesse passado por aquilo, mas eu ainda fantasia mais, usando expressões irreais, como princesas, castelos, ilhas, paraíso e outras coisas que são apenas comparações, são apenas ilustrações para fantasiar um pouco as estórias, mas que não deixavam de acontecer em minha mente. Depois de um tempo, e com a popularização da moda emo, eu não gostava dos meus textos porque eles poderiam levar essa rotulagem, e na mesma época conheci as músicas e sonetos do Rogério Skylab, então comecei a escrever mais sobre o cotidiano, sobre as coisas que de fato aconteceram, como as noites de tédio, os dias de loucura, o abandono, a alegria, a raiva, as críticas, mas ainda assim demorou um tempo para controlar as emoções para escrever, porque geralmente escrevia quando estava mal, como disse.

T.P.E.: E os tipos de textos?
Maknim: Ah, sim, são textos de diversas formas, mas a maioria são em formato de Sonetos. Tem alguns em forma de poema, algumas letras são bem diferentes umas das outras, porque algumas tem refrão e outras não. Dentro dos próprios sonetos utilizei de vários estilos para escrevê-los, desde os sonetos padrões, com rimas, ritmo e simetria, até a alternação disso, para rimas ricas, pobres, alternatadas, intercaladas, internas, externas, e a falta das rimas, a falta da simetria e a falta de ritmo, muitas vezes beirando a incoerência, mas sempre com consciência do que eu estava escrevendo. Também escrevi alguns e pretendo escrever mais sobre o "padrão27", ainda não dei nome, nem sei se já existe, mas nunca vi, que são textos como se fossem sonetos, mas formados por 3 estrofes de 9 versos cada, totalizando 27 versos.

Continua...

Quaisquer dúvidas e perguntas que quiserem que sejam feitas aqui na entrevista, só colocar nos comentários.


High Five - o/
27