Parte III - Final
Opa! Estamos aí, escrevendo...
Hora de fechar a barraquinha, por hoje a cota de encher o saco já passou, agora é esperar pelo melhor de hoje, e só imaginar o pior de amanhã.
Sim, estamos melhorando, já não agüentava mais, mas aos pouco vamos ficando cada vez melhor, hora de parar de ficar mal. Triste e saudoso, um choro que chamou a atenção de poucos, mas os poucos estavam lá para enxugar essa lágrima. Nem se imaginem vendo o brilho no olhar que vejo todos os dias, até parece mágico, acho que deve ser o efeito de alguma droga ou algo assim, fora o dinamismo e a interatividade.
Saber fazer tudo é bom, achar que sabe fazer tudo é ruim, querer fazer tudo é uma bela iniciativa, mas querer fazer sem saber, aprender e logo depois esquecer, não me é muito plausível.
Tem horas que essas histórias de signos e horóscopo me assustam, não que seja tudo verdade ou tudo mentira, mas tem muitos leoninos parecidos comigo. Na relação me dou muito bem com Gêmeos, acho que é por isso que está dando certo. Em um relacionamento moderno, você acha que quem deve tomar a frente do namoro? O namorado ou a namorada? É como a história do telefone, não acho que o namorado tem que ficar gastando dinheiro ligando para a namorada, ela quem deve fazer isso.
De todos os dias, de todas as semanas, logo no retorno às aulas as vias param. Não há remédio melhor que esse para curar, um remédio ótimo, que deve ser usado nos olhos, na nariz, na boca, no ouvido e no restante do corpo.
Nossa, parece que quando menos esperamos por algo, vem e acontece o mais improvável. Das nuvens o sol, das cinzas o fogo, das águas o boto. Cultura brasileira, defasada mas ainda na memória, sem querer o que os outros pensam. Foi estranho, entrar e prestar homenagem com respeito, fazia tempo já, desta vez foi diferente, uma das únicas vezes que entrei de novo em um recinto assim.
Chega de jogar paciência, o chefe está olhando torto, os outros fazem comentários, daqui pra frente é leitura, escrita, trabalho, e blá blá blá. Alguém tem um gole de cerveja pra me curar dessa ressaca que eu nunca tive, ou dessa bebedeira que nunca me foi abusada.
Se hoje o dia estressou, amanhã estressaremos o dia. Se hoje a lágrima rola, amanhã o sorriso aflora. Se hoje estamos molhados, amanhã estaremos secos. Se hoje temos saudades, amanhã estaremos juntos. Só por hoje. Eu nunca quis esquecer do passado, eu nunca quis viver o presente, eu nunca quis esperar pelo futuro. Sempre quis esquecer o presente, viver no futuro e esperar por um passado que não volta mais. Hoje é diferente, hoje é real.
Vamos tocar para esquecer. ²7
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Abre o Bloco de Notas e Escreve !
Parte II
Depois do temporal, o sol para iluminar o dia, e um sol particular para iluminar minha noite. Só multa hoje, não agüento mais, tem que dar baixa das velhas, tem que receber as novas. Tanta coisa para falar, pouco tempo para pensar. São os tempos e as eras que se passam e o mundo muda de uma vez, assim ó!
Produtividade, temos que mostrar serviço, ainda mais quando estamos de experiência. Hoje foi produtivo o dia... escrevi bastante, mas também dei o suporte ao qual fui requisitado. Vamos ordenar. Está na hora de alguém abrir o e-mail e ver o que tem na caixa de mensagens. Como sempre, vazia a minha. Só propaganda e Spam.
Cada idiota que aparece. Ainda bem que logo somem, porque agüentar é triste.
Só usar de marotagem, quem disse que reflexo no vidro não serve pra nada? Ainda mais para os silenciosos que parecem um mamute em disparada. Game Over, está se tornando cada vez mais freqüente essa palavra. Vinte e Sete foi o número de autuações que um funcionário fez hoje. Muito boa a música Go! do Naruto, não sai da cabeça o refrãozinho, só falta saber a letra pra cantar junto, principalmente do refrão.
Ainda temos um tempo pra falar a respeito de nós dois. Quanto pior melhor, é assim que se seguem os dias. Merda de feriados que nunca fazemos nada. Só no final que foi ótimo, mas esse lance de pedir de qualquer jeito não dá, temos que rever essa situação, preparar bem uma conversa, uma surpresa.
Sabemos que as pessoas não fazem as coisas direito, mas uma simples correção tornaria nosso trabalho mais ágil e eficaz, mas a falta de comunicação atrapalha. Queria apenas Ter uma resposta, não importa de quem, não importa se é boa ou não, mas uma resposta que você tem de alguém é algo importante, pelo menos você não fica esperando com cara de bobo por uma resposta que não vem.
A assimilação de fatos está ficando cada vez mais estranha. Parece que tudo está perfeito, mas está uma verdadeira bagunça; parece que quando você tem que mostrar serviço, justamente é a época que não tem muita coisa para fazer, então o chefe fica olhando pra sua cara, tipo, "Pô, você não vai fazer nada não?". Ai quando ele vira as costas e sai, aparece um monte de coisa pra fazer, ai é hora de mostrar sua eficiência, resolver isso, resolver aquilo, deixar tudo em ordem, e não tem ninguém pra ver, nem te dar os créditos por algo bem feito. Então quando o chefe volta, você já terminou o serviço, e novamente a mesma ladainha, parece que não muda.
Só espero que isso mude antes que meu contrato de experiência muda pra contrato de aviso prévio. Gostaria de fazer algo bom, mas as condições ultimamente não estão muito favoráveis. O que faz a maioria das pessoas ficarem estressadas e desmotivadas com o emprego é justamente isso, achar que porque está ganhando bem e dá pra se sustentar o emprego é bom, mas não percebe que aquilo está acabando com a saúde da pessoa, e usando um tempo total que poderia estar sendo gasto com outra coisa.
Um menino albino pedindo dinheiro pra comida no ônibus, foi colocado pra fora pelo cobrador que só soube ficar gritando com ele, e nem ofereceu ajuda, nem fez porra nenhuma por ele. Se fosse um menino neguinho que tivesse pedindo alguma coisa, ninguém falava nada, também, em terra de democráticos comunistas, qualquer coisa que se possa dizer acaba virando alvo de preconceito, ai vem tiazinha na televisão falar de direitos humanos, eu vi os direitos daquele menino branco sendo posto pra fora do ônibus, direito de ir pedir em outro lugar.
Às vezes, passamos uma imagem que não tem muito a ver com o que os outros pensam de nós, ou mesmo como nós parecemos que somos. Quem diria, um brutamontes com ar maéfico e ateu ainda por cima, visto pelo sociedade como um câncer no meio dela, andando por ai de braços dados e falando no diminutivo, sussurrando, benzinho, amorzinho... até parece que não tem vida para os outros, mas ninguém pára pra olhar as pequenas ações.
Em cima do palco é diferente, se somos quietos aqui, no palco nos tornamos vivazes, dinâmicos e falantes; se somos tímidos, lá em cima tudo parece ser pequeno e frágil, o que nos dá aquela sensação de poder e extroversão. Se aqui somos pequenos no palco somos enormes, os Monstros do Rock.
Depois do temporal, o sol para iluminar o dia, e um sol particular para iluminar minha noite. Só multa hoje, não agüento mais, tem que dar baixa das velhas, tem que receber as novas. Tanta coisa para falar, pouco tempo para pensar. São os tempos e as eras que se passam e o mundo muda de uma vez, assim ó!
Produtividade, temos que mostrar serviço, ainda mais quando estamos de experiência. Hoje foi produtivo o dia... escrevi bastante, mas também dei o suporte ao qual fui requisitado. Vamos ordenar. Está na hora de alguém abrir o e-mail e ver o que tem na caixa de mensagens. Como sempre, vazia a minha. Só propaganda e Spam.
Cada idiota que aparece. Ainda bem que logo somem, porque agüentar é triste.
Só usar de marotagem, quem disse que reflexo no vidro não serve pra nada? Ainda mais para os silenciosos que parecem um mamute em disparada. Game Over, está se tornando cada vez mais freqüente essa palavra. Vinte e Sete foi o número de autuações que um funcionário fez hoje. Muito boa a música Go! do Naruto, não sai da cabeça o refrãozinho, só falta saber a letra pra cantar junto, principalmente do refrão.
Ainda temos um tempo pra falar a respeito de nós dois. Quanto pior melhor, é assim que se seguem os dias. Merda de feriados que nunca fazemos nada. Só no final que foi ótimo, mas esse lance de pedir de qualquer jeito não dá, temos que rever essa situação, preparar bem uma conversa, uma surpresa.
Sabemos que as pessoas não fazem as coisas direito, mas uma simples correção tornaria nosso trabalho mais ágil e eficaz, mas a falta de comunicação atrapalha. Queria apenas Ter uma resposta, não importa de quem, não importa se é boa ou não, mas uma resposta que você tem de alguém é algo importante, pelo menos você não fica esperando com cara de bobo por uma resposta que não vem.
A assimilação de fatos está ficando cada vez mais estranha. Parece que tudo está perfeito, mas está uma verdadeira bagunça; parece que quando você tem que mostrar serviço, justamente é a época que não tem muita coisa para fazer, então o chefe fica olhando pra sua cara, tipo, "Pô, você não vai fazer nada não?". Ai quando ele vira as costas e sai, aparece um monte de coisa pra fazer, ai é hora de mostrar sua eficiência, resolver isso, resolver aquilo, deixar tudo em ordem, e não tem ninguém pra ver, nem te dar os créditos por algo bem feito. Então quando o chefe volta, você já terminou o serviço, e novamente a mesma ladainha, parece que não muda.
Só espero que isso mude antes que meu contrato de experiência muda pra contrato de aviso prévio. Gostaria de fazer algo bom, mas as condições ultimamente não estão muito favoráveis. O que faz a maioria das pessoas ficarem estressadas e desmotivadas com o emprego é justamente isso, achar que porque está ganhando bem e dá pra se sustentar o emprego é bom, mas não percebe que aquilo está acabando com a saúde da pessoa, e usando um tempo total que poderia estar sendo gasto com outra coisa.
Um menino albino pedindo dinheiro pra comida no ônibus, foi colocado pra fora pelo cobrador que só soube ficar gritando com ele, e nem ofereceu ajuda, nem fez porra nenhuma por ele. Se fosse um menino neguinho que tivesse pedindo alguma coisa, ninguém falava nada, também, em terra de democráticos comunistas, qualquer coisa que se possa dizer acaba virando alvo de preconceito, ai vem tiazinha na televisão falar de direitos humanos, eu vi os direitos daquele menino branco sendo posto pra fora do ônibus, direito de ir pedir em outro lugar.
Às vezes, passamos uma imagem que não tem muito a ver com o que os outros pensam de nós, ou mesmo como nós parecemos que somos. Quem diria, um brutamontes com ar maéfico e ateu ainda por cima, visto pelo sociedade como um câncer no meio dela, andando por ai de braços dados e falando no diminutivo, sussurrando, benzinho, amorzinho... até parece que não tem vida para os outros, mas ninguém pára pra olhar as pequenas ações.
Em cima do palco é diferente, se somos quietos aqui, no palco nos tornamos vivazes, dinâmicos e falantes; se somos tímidos, lá em cima tudo parece ser pequeno e frágil, o que nos dá aquela sensação de poder e extroversão. Se aqui somos pequenos no palco somos enormes, os Monstros do Rock.
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